Arquivo de bálsamo para pets | Petconviv A verdade sobre ter um pet. O PetConviv nasceu com um propósito claro: ajudar pessoas a entender melhor seus pets e a construir uma convivência mais harmoniosa entre cães e gatos. Thu, 20 Nov 2025 14:59:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://petconviv.com/wp-content/uploads/2025/06/cropped-cropped-petconviv-1-1-32x32.png Arquivo de bálsamo para pets | Petconviv 32 32 Cuidados com as patas dos pets no asfalto quente: prevenção e tratamento https://petconviv.com/patas-dos-pets-no-asfalto-quente/ https://petconviv.com/patas-dos-pets-no-asfalto-quente/#respond Thu, 20 Nov 2025 14:39:53 +0000 https://petconviv.com/?p=2490 A maioria das pessoas sabe que o sol pode causar queimaduras e até câncer de pele em humanos, mas poucos imaginam que os pets também sofrem com os mesmos riscos. Embora o pelo ofereça alguma proteção, ele não é uma barreira absoluta. Em dias quentes, os cães e os gatos ficam vulneráveis à radiação UV, […]

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uma mão humana realizando o teste dos 5 segundos sobre o asfalto quente

A maioria das pessoas sabe que o sol pode causar queimaduras e até câncer de pele em humanos, mas poucos imaginam que os pets também sofrem com os mesmos riscos. Embora o pelo ofereça alguma proteção, ele não é uma barreira absoluta. Em dias quentes, os cães e os gatos ficam vulneráveis à radiação UV, especialmente quando possuem áreas claras, falhas de pelagem ou hábitos de tomar sol com frequência.

No Brasil, onde a intensidade solar é alta praticamente o ano todo, os casos de queimaduras e lesões por exposição aumentam justamente porque muitos tutores não percebem o problema. Gatos que passam boa parte do dia deitados na janela e cães que gostam de ficar no quintal ou acompanhar a família em passeios ao ar livre são os primeiros a sentir os efeitos. A pele do focinho, a ponta das orelhas, a barriga e até regiões internas da coxa são extremamente sensíveis e queimam com rapidez.

Por que a proteção solar é tão importante

Cachorro pequeno, em rua brasileira quente, levantando uma das patas com expressão de desconforto devido ao asfalto quente.

A radiação UVA e UVB causa danos cumulativos. Mesmo que não apareça vermelhidão no momento, o efeito se soma ao longo dos meses. Com o tempo, áreas sensíveis começam a descascar, apresentar feridas recorrentes e manchas irregulares. Em pets de pelagem clara, o risco é ainda maior, porque a pele costuma ser mais fina e rosada. Em casos mais sérios, surgem lesões que exigem tratamento veterinário e que podem evoluir para tumores de pele.

Mesmo dias nublados oferecem perigo. Cerca de 80% dos raios UV atravessam as nuvens e atingem diretamente a pele. Ou seja, o fato de o sol não parecer tão forte não significa que está seguro.

Quando o filtro solar é realmente necessário

mão humana aplicando filtro solar específico para pets no focinho de um cachorro branco

O uso de filtro solar em pets não é exagero e também não é algo restrito a casos extremos. Ele se torna essencial sempre que o animal passa tempo ao ar livre, principalmente entre 10h e 16h, quando a radiação é mais intensa. Também é indispensável para cães e gatos de pelagem branca, para animais com falhas de pelo por alergias ou dermatites e para qualquer pet que tenha o hábito de se expor ao sol com frequência.

Outro ponto importante é a rotina de janelas. Muitos tutores acreditam que o vidro bloqueia o sol, mas isso não é totalmente verdade. A luz atravessa facilmente e incide diretamente nas orelhas e no focinho dos gatos que dormem próximos à janela.

Como aplicar o filtro solar de forma segura

A aplicação deve ser simples, mas feita com cuidado. Primeiro, escolha sempre um produto desenvolvido especificamente para pets. Protetores solares humanos podem conter substâncias tóxicas, como o zinco, que é perigoso se ingerido. Depois, espalhe o produto nas áreas com pouca proteção natural: focinho, ponta das orelhas, barriga, virilha e regiões que tenham perdido pelos recentemente.

É importante garantir que o pet não lamba o produto logo após a aplicação. Espere alguns minutos antes de liberá-lo para brincar, caminhar ou deitar no chão. Em dias muito quentes, o filtro precisa ser reaplicado ao longo do dia, porque o suor, a água e o atrito reduzem o efeito.

Hábitos que reforçam a proteção

Embora o filtro solar seja um aliado importante, ele funciona ainda melhor quando combinado a hábitos simples. Passeios mais cedo ou no fim da tarde diminuem a exposição. Manter sombra e água fresca disponíveis evita superaquecimento. Em pets de pele muito sensível, roupas com proteção UV podem ajudar bastante. Além disso, evitar superfícies muito quentes reduz o risco paralelo de queimaduras nas patas, que são bastante comuns no verão.

Erros comuns que prejudicam a proteção

Alguns erros são recorrentes e costumam comprometer o cuidado. Um deles é usar protetor solar humano achando que não há problema. Outro é aplicar apenas antes do passeio e esquecer de reaplicar depois. Há também quem acredite que dias nublados são completamente seguros, o que não é verdade. Outro hábito perigoso é deixar o pet confiar apenas na sombra. Mesmo na sombra, a radiação refletida no solo pode atingir a pele.

Produtos que auxiliam a proteção

Uso de botas protetoras

As botas são a solução mais prática para proteger as patas. Elas criam uma barreira física que impede o contato direto com o asfalto. Ao escolher um modelo, considere:

  • Material respirável e antiderrapante.
  • Fecho ajustável para evitar que o pet as arranque.
  • Espessura adequada para absorver o calor.

Além disso, treine o pet gradualmente para que ele se acostume a usar as botas, recompensando com petiscos e elogios.

Bálsamos e ceras protetoras

Produtos como bálsamos e ceras criam uma camada de proteção natural nas almofadinhas. Eles são especialmente úteis para animais que não toleram botas. A aplicação deve ser feita duas vezes ao dia, antes e depois do passeio, garantindo que a camada esteja uniforme.

Alternativas de passeio

Quando as temperaturas são extremas, considere opções como:

  • Passeios em áreas verdes: parques com terra ou grama são mais seguros.
  • Atividades internas: brinquedos interativos, tapetes de estímulo e sessões de adestramento.
  • Uso de carrinhos ou mochilas: para cães pequenos, evitar o contato direto com o solo.

Essas alternativas mantêm o pet ativo e feliz sem expor as patas ao calor excessivo.

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Todos os produtos acima foram selecionados por sua eficácia e avaliações positivas de usuários. Ao adquirir, verifique a disponibilidade e as políticas de entrega de cada plataforma.

Conclusão

A proteção solar faz parte dos cuidados essenciais com cães e gatos, principalmente no calor intenso que enfrentamos no Brasil. Uma rotina simples de filtro solar, horários mais seguros e um ambiente bem preparado garante conforto e segurança ao pet. O sol pode ser agradável e relaxante, mas só quando há proteção adequada.

FAQ – Perguntas Frequentes

1. Como saber se o asfalto está quente demais para o meu cachorro?

Use o teste da mão ou um termômetro infravermelho. Se a temperatura estiver acima de 45 °C ou se a sua mão sentir desconforto ao tocar o asfalto por 5 segundos, o piso está quente demais.

2. Quanto tempo devo deixar a água morna nas patas após a queimadura?

Aplicar água morna por 5 a 10 minutos é suficiente para reduzir a temperatura da pele sem causar choque térmico.

3. As botas protetoras podem ser usadas em qualquer raça?

Sim, porém é importante escolher o tamanho correto e um modelo com ajuste flexível. Raças pequenas podem precisar de botas mais leves, enquanto cães de porte grande se beneficiam de solas mais espessas.

4. Posso usar produtos humanos, como pomada de aloe vera, nas patas do pet?

Não é recomendado, pois a formulação pode conter ingredientes tóxicos para animais. Opte sempre por produtos específicos para pets, como os bálsamos citados neste artigo.

5. Qual a frequência ideal de aplicação de bálsamo protetor?

Aplicar duas vezes ao dia, antes e depois do passeio garante uma camada contínua de proteção.

6. O que fazer se o meu gato queimar as patas?

Os mesmos princípios valem para felinos: resfriar a área com água morna, aplicar um bálsamo indicado para gatos e buscar orientação veterinária caso haja sinais de infecção.

7. Existem alternativas ao uso de botas para cães que não gostam delas?

Sim, as ceras e bálsamos protetores são ótimas opções. Eles criam uma película que reduz a transferência de calor e evitam o atrito direto com o asfalto.

8. Quanto tempo leva a recuperação completa de uma queimadura de segundo grau?

Geralmente, de 10 a 14 dias**, dependendo da gravidade e dos cuidados adotados.

9. Posso deixar meu pet em um carro com ar‑condicionado enquanto passeio?

Não. Mesmo com ar‑condicionado, a temperatura interna pode subir rapidamente quando o carro está estacionado ao sol, representando risco para as patas e para a saúde geral do animal.

Links Úteis

Checklist de gastos reais para ter um pet no Brasil – útil para quem quer comprar produtos de proteção.

Check-up Veterinário Anual: O Que Esperar e Por Que Não Adiar – mais detalhes sobre cuidados veterinários

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